Ensaio de Pierre Joris sobre Todtnaubert (Montanha da Morte) de Paul Celan

“Celan / Heidegger: Translation at the mountain of death” by Pierre Joris

“In Heidegger’s Germany, there is no place for Paul Celan”.

Edmond Jabès

The volume Lichtzwang, which came out a few month after Paul Celan’s death in the spring of 1970, contains a poem called “Todtnauberg.” It is certainly one of the most commented Celan poems in recent times, especially in France, though not exclusively there, and the number of translations it has given rise to, as well as the very matter of the poem itself make it an ideal topos for a few comments concerning poetic thought and translation. Here is the poem, in its original German and in my still provisional translation:

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IV Colóquio Hume

O IV Colóquio Hume acontecerá de 03 a 06 de agosto de 2010 na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. O Evento é promovido pelo GRUPO HUME UFMG / CNPq e pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFMG.

Maiores informações: www.grupohume.blogspot.com

Apoio: Programa de Pós Graduação em Filosofia da UFMG , CAPES, FAPEMIG, Paie , FAFICH .

Lectures de Faulkner na Universidade da Virginia

Entre 1957 e 1958 Faulkner foi convidado a atuar como escritor residente na Universidade da Virginia. Nesse período trabalhou intensamente. Os cursos, como é de costume, foram ouvidos por pouca gente. Contudo, a Universidade da Virginia teve o cuidado de registrá-los. Hoje, ela organizou todos os documentos e digitalizou os arquivos sonoros. Além disso, criou um sítio internético no qual esse material pode ser consultado. Para entrar no sítio citado, clique aqui.

Democracia e Estado de Direito por Renato Lessa

O filósofo político Renato Lessa fala sobre a democracia, estado de direito, fundamento da obediência ao Estado e monopólio do uso da força. Os vídeos são trechos do filme Rio de Janeiro : Conflitos em curso e discurso , dirigido pelo jornalista Claudio Salles, e que tem como fio condutor o curso de Gestão em Segurança Pública e Justiça Criminal do Estado do Rio de Janeiro, realizado pelo NUFEP - Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas da UFF - Universidade Federal Fluminense - Niterói - RJ

Democracia

Estado de Direito

Fundamento da Obediência ao Estado

Monopólio do Uso da Força

Epimênides e a Constituição de Atenas por Paula Pimenta Velloso e Celso Martins

A figura de Epimênides de Creta desempenha, no início da Constituição de Atenas de Aristóteles, alguma funções decisivas; entre as quais o representar a interação de saberes políticos, jurídicos e religiosos no caminho histórico de construção da democracia ateniense. Para continuar a ler, clique aqui e procure pela página 137.

Metafísicas do Olho: Variações I por Cesar Kiraly

Neste artigo procederemos a três movimentos, de algo que pode ser literariamente descrito como Variações: (1) narrativa sobre a arqueologia na obra de Michel Foucault. Porque aquilo que desejamos dizer adiante demanda certa ambientação que apenas uma forte filosofia dos discursos, dos arquivos e dos fragmentos é capaz de produzir, (2) corporificação do discurso com a metáfora do olho (a possível opacidade de um olho sem fundo, ou sem intimidade) e (3) a estruturação da idéia de opacidade da dor do outro. Desejamos mostrar que existe uma explícita complementaridade entre a identificação da fragmentação dos discursos, a identificação do esvaziamento dos olhos e a identificação da opacidade diante da dor do outro. Aproximaremos essas três identificações filosóficas com um imperativo moral cético: é na identificação da fragmentação dos discursos que percebemos e nos desviamos da opacidade do fundo do olho e opacidade da dor do outro. Porque se a opacidade da dor do outro é algo que se impõe pela necessidade, ela bem se diferencia da prática ativa de tornar a dor do outro uma dor opaca. Pela identificação da fragmentação dos discursos não só reconhecemos a opacidade, como instauramos, outrossim, outros regimes nos quais a opacidade possa se tornar sinônimo de intimidade expressiva, e não de abandono moral. No segundo movimento apresentaremos variações sobre um conto de Hoffmann e no terceiro movimento: variações sobre Regarding the Pain of Others de Susan Sontag. Um dos primeiros ensaios sistemáticos sobre uma teoria social da imagem fotográfica. Os fortes vínculos entre a arqueologia filosófica de Foucault e nosso interesse neste conto fantástico de Hoffman e nas análises de Sontag sobre a fotografia aparecerão na narrativa, e decorrem da estrutura das Variações.

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Laboratório de Estudos Hum(e)anos no FaceBook

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Filosofar hoje em Portugal

Editeur : PUF
date : mai 2010
Prix : 15 €

Horizons
M. F. Molder

Corpus
D. Pires Aurelio : la souveraineté comme volonté et comme représentation
S. Miguens : Trois perspectives sur la discriminabilité apparence-réalité dans l expérience consciente. Qu entendons-nous par « phénoménologie » ?
R. Bertrand-Romao : Scepticisme et style
Antonio Marques : La psychologie selon le dernier Wittgenstein
P. Tunhas : Trois types de croyance
M. F. Molder : Symbole, analogie et affinité

Parole
Fernando Gil : L hôpital et la loi morale (suivi d un débat avec Renato Lessa, M. Silvério Marques et J. Lobo Antunes

Périphéries
José Gil : Le plan de pensée d Eduardo Lourenço

Cursus (nouvelle rubrique philosophie-Education)
Présentation des activités du CIPh-CIRTEP

Essa mistura terrena grosseira: filosofia e vida comum em David Hume, por Marcos Balieiro

O Laboratório de Estudos Hum(e)anos dá notícia da defesa de tese, pelo departamento de filosofia da USP, do amigo Marcos Balieiro, já próximo ao IUPERJ, quando nele esteve para o I Encontro Hume. Em função da felicidade da boa notícia, apresentamos o resumo da tese de Marcos e o link para a leitura.

Resumo:

Ainda que muitos trabalhos tenham sido escritos sobre a filosofia de David Hume, é bastante raro vermos comentários sobre o que seria, para ele, a própria filosofia. Na maior parte das vezes, os intérpretes da obra desse filósofo limitam a caracterizá-lo como cético, naturalista, realista, sentimentalista, entre outras categorias. Entretanto, falta-lhes, comumente, uma preocupação real em julgar as teses de Hume à luz daquilo que poderia ser considerado a sua concepção de filosofia.

O que pretendemos com este trabalho é justamente indicar uma forma de lidar com os textos de Hume que permita iniciar uma discussão aprofundada da concepção que ele próprio tinha da atividade filosófica. Para isso, trataremos principalmente dos textos em que o autor discute especificamente esse tema, além de recorrer, quando isso se mostrar necessário, a outros aspectos da filosofia humiana. O resultado será uma leitura em que a filosofia é considerada como bastante próxima da vida comum, já que Hume se esforça consideravelmente para representar o filósofo um ser essencialmente social, cujas investigações são pautadas por uma experiência que ele compartilha com o vulgo. Além disso, veremos que, nos textos posteriores ao Tratado da natureza humana, Hume considerou a filosofia não como algo que deveria ficar restrito às universidades, mas como uma ferramenta poderosa de formação moral para o homem comum.

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