Conferência Luiz Eduardo Soares, 120 anos da República

Conferência de Luiz Eduardo Soares em evento do Laboratório de Estudos Hum(e)anos e do Centro de Estudos em Direito e Sociedade comemorativo dos 120 anos da República Federativa do Brasil.

Para ver toda a conferência, clique aqui.

Conferência Rubem Barboza Filho, 120 anos da República

Conferência de Rubem Barboza Filho em evento do Laboratório de Estudos Hum(e)anos e do Centro de Estudos em Direito e Sociedade comemorativo dos 120 anos da República Federativa do Brasil.

Para ver toda essa conferência, clique aqui.

Conferência Werneck Vianna, 120 anos da República

Conferência de Werneck Vianna em evento do Laboratório de Estudos Hum(e)anos e do Centro de Estudos em Direito e Sociedade comemorativo dos 120 anos da República Federativa do Brasil.

Para ver toda a conferência, clique aqui.

Conferência Renato Lessa, 120 anos da República

Conferência de Renato Lessa em evento do Laboratório de Estudos Hum(e)anos e do Centro de Estudos em Direito e Sociedade comemorativo dos 120 anos da República Federativa do Brasil.

Para assistir a toda a conferência, clique aqui.

II Encontro Hume

PROGRAMAÇÃO II ENCONTRO HUME

19 de maio

14:00 - 15:00: Abertura - Isabel Limongi (UFPR)Hume e o caráter histórico da justiça
15:00 - 15:30: Intervalo
15:30 - 16:00: Giovani Prezzi (UNISINOS) Hume contra o egoísmo moral
16:00 - 16:30: André Olivier da Silva (UNISINOS) Vontade e determinismo moral em Hume
16:30 - 17:00: Andreh Sabino Ribeiro (UFCE) O composto força-direção da moralidade: sentimento e razão na teoria mental e social de Hume
17:00 - 17:30: Rogério Mascarenhas (UFBA)O estatuto da imaginação na Teoria das Paixões de Hume
17:30 - 18:00: Debate

20 de maio

09:00 - 10:00 José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP) Princípio de razão suficiente e princípio de uniformidade na teoria humeana da causalidade
10:00 - 10:30: Intervalo
10:30 - 11:00 Cesar Kiraly (UFRJ) A forma suicidária do pensamento em Montaigne e Hume
11:00 - 11:30: Hugo Viçoso (UFMG) A filosofia como um antídoto para a superstição em Hume
11:30 - 12:00: Debate
12:00 - 14:00: Almoço
14:00 - 15:00: Eduardo Barra (UFPR)Filosófia & Natural: a dupla identidade da causalidade no Tratado de Hume
15:00 -15:30: Intervalo
15:30 - 16:00 Andrea Cachel (IFPR) Regras Gerais do Juízo na Investigação
16:00 - 16:30 Gustavo Oliveira Fernandes (UFSCar) O estatuto da geometria e as ideias abstratas no Tratado da Natureza Humana
16:30 - 17:00 Matheus Batista dos Reis (UFMG) Uma análise sobre os argumentos de Thomas Reid contra a “via das ideias”
17:00 - 17:30 Carlos Lima (UFBA) Do Gosto em David Hume
17:30 - 18:00 Debate

21 de maio

14:00 - 14:30: Bruno Pettersen (UFMG) As Vozes de Hume
14:30 -15:00: Marília Cortes (USP/FAPESP) Teologia e antropomorfismo nos Diálogos sobre a Religião Natural de Hume
15:00 - 15:30 Anice Lima de Araújo (UFMG) Hume e o Ceticismo
15:30 - 16:00 Debate
16:00 - 16:30 Intervalo
16:30 - 17:30: Encerramento - Lívia Guimarães (UFMG)
18:00 - Reunião

Dois ensaios sobre pensamento medieval

Da instituição do temor e do tremor, por Cesar Kiraly

A preocupação psicanalítica com a crença nos leva a buscar as suas inscrições arqueológicas no pensamento filosófico. Encontramos uma relação bastante estreita entre a crença e o pensamento soberano. A crença é utilizada para pensar no âmbito político formas de onipotência predicadas com a idéia de infinito. Mas a soberania antes de ser política é teológica. Percebemos, contudo, a entrada da idéia de soberania no pensamento político pela transposição do infinito para o ilimitado. Essa seria uma forma de levar “aquilo maior do que o que não se pode pensar” para questões relacionadas ao tempo histórico. Com efeito, buscam-se os fragmentos lógicos e pathológicos da autoridade.

Para continuar a ler, clique aqui.

A História como ontologia do mundo, por Cleber Ranieri Ribas de Almeida

O filósofo cínico Luciano de Samósata foi, dentre os autores da antiguidade clássica, aquele que mais influiu para a formação de um certo cânone literário. Seu contributo ainda permanece pouco estudado, não obstante constituir uma clara tradição filosófica e ficcional na modernidade, a denominada “tradição luciânica”. Escritores como Erasmus de Roterdan (Elogio da Loucura), Rabelais (Pantagruel), Swift (Viagens de Gulliver), Voltaire (Micrômegas), Quevedo (O Gatuno), Thomas Morus (Utopia) e Machado de Assis (Memórias Póstumas de Brás Cubas)[2] foram assumidamente influenciados pela tradição da sátira menipéia luciânica, e fizeram amplo uso de vários recursos discursivos e estilísticos criados ou disseminados pelo filósofo. O corpus lucianeum constitui um dos maiores legados dos antigos à posteridade e, através dele, temos acesso a um conjunto de textos que se valem da derrisão como instrumento da criação e da crítica filosófica.

Para continuar a ler, clique aqui.

From Hume to Kant: Towards a Semantic Interpretation of the Transcendental Analytic

Workshop

From Hume to Kant:

Towards a Semantic Interpretation of the Transcendental Analytic

Universidade Estadual de Campinas

3 a 6 de maio de 2010

Realização:

Departamento de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - UNICAMP

Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência - UNICAMP

Programa de Pós-Graduação em Filosofia – IFCH-UNICAMP

Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira

GT/GP Criticismo e Semântica da ANPOF

Participantes confirmados:

Andrea Luisa Bucchile Faggion (UEM/UNICAMP)

Daniel Omar Perez (PUC-PR)

Eduardo Salles de Oliveira Barra (UFPR)

José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP)

Júlio César Ramos Esteves (UENF)

Orlando Bruno Linhares (Universidade Mackenzie)

Robert Hanna (University of Colorado)

Zeljko Loparic (UNICAMP)

Chamada de trabalhos:

Os trabalhos, em extensão apropriada para uma comunicação de 30 minutos, devem ser enviados na íntegra para o endereço eletrônico andreafaggion@yahoo.com.br até o dia 31 de março de 2010. As propostas devem versar sobre as obras de Hume e/ou Kant. Os textos devem conter: título, nome do autor (e do orientador, quando for o caso), instituição, endereço eletrônico do autor, resumo, palavras-chave, desenvolvimento e referêncisa bibliográficas, sendo digitados em formato A4, espaço 1,5, fonte Times New Roman, 12. É desejável que haja também uma versão do texto em língua inglesa e será dada preferência aos autores que a providenciarem.

II Encontro Hume

O Encontro Hume visa a consolidar o campo da reflexão filosófica e o estudo da filosofia de David Hume no âmbito dos estudantes de graduação, mestrado e doutorado. O I Encontro aconteceu em Outubro de 2008 no IUPERJ e contou com a apresentação de 18 trabalhos de estudantes de diversos estados, entre os quais São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Fortaleza, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, além dos professores Renato Lessa e Cesar Kiraly (IUPERJ), Lívia Guimarães (UFMG) e Paulo Tunhas (Universidade do Porto, Portugal).

O II Encontro Hume acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de maio de 2010 na UFPR em Curitiba. Os palestrantes convidados são: Eduardo Barra (UFPR), Isabel Limongi (UFPR), José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP) e Lívia Guimarães (UFMG).

Haverá inscrições para apresentação de comunicações (graduandos, mestrandos e doutorandos) e para ouvintes.

Para apresentar uma comunicação o proponente deverá enviá-la para o e-mail: encontrohume@gmail.com juntamente com os seguintes dados

  • · Nome
  • · E-mail
  • · Endereço e telefone
  • · Título do trabalho
  • · Resumo com no máximo 300 palavras
  • · Instituição de origem e titulação
  • · E realizar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 15,00

A data limite para o envio dos resumos é 30 de março de 2010 e o resultado será divulgado no dia 05 de abril.

Os ouvintes deverão enviar os seguintes dados para e-mail: encontrohume@gmail.com

  • Nome
  • Email
  • Endereço e telefone
  • E realizar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 15,00.

O pagamento da inscrição deverá ser feito através de depósito bancário na conta corrente de Anice Lima de Araújo: nº 10948-7, Agência nº 3610-2 (Banco do Brasil) O comprovante deverá ser enviado para o email encontrohume@gmail.com (sugerimos scanner, foto ou o comprovante emitido pelo banco on-line) até o dia 30 de março.

Haverá entrega de certificado para os apresentadores de comunicação e ouvintes devidamente inscritos.

Organização:

André Olivier (UNISINOS)

Andrea Cachel (IFPR)

Anice Lima (Grupo Hume UFMG/CNPq)

Marcos Balieiro (USP)

Marília Cortes (USP/FAPESP)

Rogério Mascarenhas (UFBA)

Promoção: UFPR

Hume e Spinoza, dois ensaios

visNaturalismo em Spinoza e Hume, por Bernardo Bianchi

Muito freqüentemente, levados por argumentações convincentes, submetemos nossos juízos à autoridade de terceiros e ignoramos certas relações filosóficas que, de outro modo, se nos afigurariam como algo auto-evidentes. Acostumados a cavar trincheiras, não percebemos os armistícios e mesmo as alianças intelectuais que se insinuam na filosofia. Desse modo, assaltados pela carga semântica de categorias tais como racionalismo e empirismo, alvoroçamo-nos em arrumar os campos antagônicos e a escolher nosso lado nesta espécie de grande disputa filosófica. Mas raramente as grandes palavras servem para algo verdadeiramente útil.

Continue a ler na Revista Estudos Hum(e)amos, clique aqui.

Da instituição de pontes, por Cesar Kiraly

Por certo, a ponte Hegel-Spinoza é distinta da Spinoza-Hegel, bem como, Hume-Spinoza é distinta da Spinoza-Hume. Spinoza-Hume é uma ponte possível, mas ilógica. O efeito de Hume-Spinoza é similar ao efeito Spinoza-Hegel, qual seja levar dimensão de fragmento, a uma península de absolutos. Uma ponte serve para levar senão pedaços. Esta percepção nos mostra que construir pontes entre filosofias não é a mesma coisa do que demonstrar, dentre elas, influências. As influências, inclusive, são pouco filosóficas, mas bastante históricas. Para se determinar uma influência é preciso realizar alguma sorte de trabalho detetivesco. É preciso mostrar alguma citação direta ou indireta, encontrar um livro anotado do influenciador na biblioteca do influenciado, estabelecer relações entre um professor influenciador de um influenciado com os argumentos do influenciado de segunda geração etc. Como em toda tentativa de demonstração de fidelidade ou infidelidade, a prova nunca chega. Ou seja, salvo quando não existe influência direta, por impossibilidade do tempo, da geografia, é simples estabelecer relações de influência, porque nelas toda prova é acidente: e pensar pela fidelidade ou infidelidade produz um pensamento de razões próprias. Mas isso não significa que, filosoficamente, a despeito de serem encontradas provas da influência não possamos construir pontes.

Para continuar a ler na Revista Estudos Hum(e)anos, clique aqui.

Página 2 de 12«12345»...Último »