Spinoza na PUC-Rio e IFCS

Duas grandes conferências serão abrigadas pelo Rio de Janeiro. A primeira é “direito de guerra e direito comum na política spinozista” e a segunda “linguagem e poder em Spinoza” ambas serão ministradas pelo Professor Laurent Bove. A primeira será ministrada na PUC-Rio no dia 28 de Outubro às 19:00 e a segunda será ministrada no IFCS às 14:00. Laurent Bove é professor da Universidade de Amiens. O ensaio a ser desenvolvido nessas conferências pode ser lido, clicando aqui.

Outros Critérios de Leo Steinberg

Este livro traz contribuições para a teoria da arte, mas também traz excelentes indicações para os estudiosos de filosofia da linguagem. Steinberg formula a disposição conceitual de aprofundamento do gosto em elementos artísticos não-formais e explica como essa forma de experiência pode ser atingida. A distinção entre teoria e filosofia quando não é explícita beneficia os dois campos, que se fundem, o mesmo pode ser dito para a teoria e filosofia política, cabe aprender com Steinberg.

Os treze ensaios do crítico nova-iorquino Leo Steinberg reunidos em Outros critérios, escritos entre 1955 e 1972, e prefaciados pelo autor especialmente para esta edição, trazem uma contribuição singular aos estudos sobre arte moderna e contemporânea.
Um dos renovadores da crítica de arte, Steinberg mistura a visão do scholar à do crítico militante, em uma vibrante vocação interpretativa. Com uma leitura crítica - ou autocrítica -, vinculada aos problemas da história da arte moderna, ele estabelece o que seria a tarefa histórica da crítica, do meio do convívio com as obras.
Assim, sempre acompanhando a instabilidade dos eventos, o autor busca elaborar as diferenças entre a arte moderna européia e a arte americana do pós-guerra, de Rodin a Johns, além de dedicar três brilhantes ensaios à obra de Picasso, em edição totalmente ilustrada pelas obras por ele analisadas.

Leo Steinberg

Nascido em Moscou em 1920, Leo Steinberg passou a infância em Berlim
(1923-33) e depois mudou-se para Londres, onde estudou na Slade School, entre 1936 e 1940. Após a Segunda Guerra Mundial, estabeleceu-se em Nova York. Estudou história da arte no Institute of Fine Arts, Universidade de Nova York, defendendo doutorado em 1960 com uma tese sobre o arquiteto barroco Borromini. Lecionou história da arte na Universidade da Cidade de Nova York (1962-75) e na Universidade da Pensilvânia (1975-91), onde atualmente é professor. Publicou e proferiu inúmeras palestras sobre o Renascimento, o barroco e a arte do século XX, incluindo estudos sobre Filippo Lippi, Mantegna, Michelangelo, Pontormo, Guercino, Rembrandt, Jan Steen, Velázquez, além de Picasso, Jasper Johns e Robert Rauschenberg.

Tamanho é o reconhecimento alcançado por ele que o romancista Tom Wolfe, em seu polêmico livro The painted word (1975), sobre o universo das artes plásticas, sustentava que, mais do que prestigiados pintores como Jackson Pollock, Willem de Kooning e Jasper Johns, os nomes que realmente contavam nesse meio eram os de Clement Greenberg, Harold Rosenberg e Leo Steinberg. Esses críticos, que Wolfe ironicamente tratava como “os peixes grandes”, eram os sujeitos mais influentes das artes plásticas. Eram e continuaram. Aos 88 anos, Steinberg, o único deles ainda vivo, é considerado um farol do pensamento crítico contemporâneo. Pensador reputado em temas como o Renascimento na Itália e o Expressionismo Abstrato norte-americano, distantes 500 anos historicamente, o ensaísta sempre se notabilizou pela originalidade de seus textos, que lhe valeram prêmios importantes e postos nas principais universidades americanas.

Leia parte do primeiro capítulo, clique aqui. 

Freud: pensador do político

Revista Travessias

REVISTA TRAVESSIAS

CHAMADA DE ARTIGOS

 

Na Assembleia de Encerramento do V Congresso Luso-Afro-Brasileiro em Ciências Sociais, realizado em 1998 na Universidade Eduardo Mondlane (Maputo, Moçambique), os congressistas ali reunidos decidiram pela criação de uma revista internacional, no campo das ciências sociais, representativa do trabalho de investigadores activos no assim chamado espaço lusófono. Decidiram, ainda, que a responsabilidade pela edição da revista – denominada TRAVESSIAS e com peridiocidade anual - seria rotativa, e às assembléias realizadas ao fim de cada Congresso caberiam as designações do editor e da instituição encarregada da tarefa, para os dois anos seguintes. Tais características constituem um veículo académico ímpar: a única publicação internacional no campo das ciências sociais que reflecte os resultados das aproximações entre as comunidades científicas dos países lusófonos.

Os primeiros números da revista TRAVESSIAS (1 e 2/3) foram editados pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, da Universidade Candido Mendes. Os números seguintes ( 4 e 5) foram editados em um único volume pelo Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa. O Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra, foi encarregado da edição dos números 6 e 7, e deverá lançá-los durante o X Congresso Luso-Afro-Brasileiro em Ciências Sociais, a ser realizado pelo Instituto de Ciências Sociais, da Universidade do Minho (Braga), em fevereiro de 2009. No momento, o Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, prepara, para lançamento no mesmo Congresso, os números 8 e 9.

O número 8 será constituído inteiramente de conferências e trabalhos apresentados na altura do IX Congresso Luso-Afro-Brasileiro em Ciências Sociais, organizado pela Universidade Agostinho Neto (Luanda, Angola).

Para o número 9, estamos a divulgar a presente chamada para artigos que devem ser remetidos para a redação da revista (travessias@iuperj.br), até o dia 31 de dezembro de 2009. A revista terá a tiragem de 500 exemplares e será também editada em formato electrónico. No sítio a ser criado para abrigar a revista TRAVESSIAS, constarão, ainda, todos os números já publicados.

 

 

INSTRUCÇÕES AOS COLABORADORES

 

1. TRAVESSIAS aceita trabalhos inéditos, sob forma de artigos e comentários de livros, sob forma de ensaios bibliográficos, em Ciências Sociais. Os trabalhos deverão ser de interesse académico e social, e escritos de forma inteligível ao leitor culto; os aspectos mais técnicos e especializados deverão limitar-se ao essencial.

2. A publicação dos trabalhos está condicionada a pareceres de membros do Conselho Editorial e de Avaliadores Ad Hoc — garantido o anonimato de autores e pareceristas no processo de avaliação. Eventuais sugestões de modificação de estructura ou conteúdo, por parte da Editoria, serão previamente acordadas com os autores. Não serão admitidos acréscimos ou modificações depois que os trabalhos forem entregues para composição.

3. Os artigos devem ser apresentados via e-mail (travessias@iuperj.br) acompanhados de resumos em torno de 250 palavras, em que fique clara uma síntese de propósitos, dos métodos empregados e das principais conclusões do trabalho, além de palavras-chave e dados sobre o autor (titulação académica, cargo que ocupa, áreas de interesse, últimas publicações etc.).

4. Os artigos deverão ter em torno de 30 laudas digitadas, escritas em Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5. O nome dos autores, acompanhado de grau de titulação e instituição em que actuam, deve constar na primeira página, separadamente do artigo.

5. As recensões (resenhas) devem versar sobre livros escritos nos últimos três anos. Devem ter entre 6 e 10 páginas, Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5.

6. Gráficos deverão ser acompanhados das respectivas planilhas que os originaram, com indicação das unidades em que se expressam os valores e as fontes correspondentes.

7. As notas deverão ser de natureza substantiva, restringindo-se a comentários adicionais ao texto. Referências bibliográficas, quando necessárias, deverão aparecer no próprio texto, com a menção do último sobrenome do autor, acompanhado do ano da publicação e do número da página, quando necessário (GIL, 1984:19). Ao final do artigo deverão ser listadas as referências bibliográficas, em ordem alfabética, com a observância dos seguintes critérios:

 

Para livro

Exemplo: GIL, Fernando. (1984), Mimésis e Negação. Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda.

Para artigo em revista

Exemplo: CRUZ E SILVA, Teresa. (2004), “Identidade Religiosa e construção da democracia em Moçambique: o caso da Igreja Metodista Unida de Moçambique”. TRAVESSIAS,  nº 4/5, pp. 223-235.

Para citação de artigo electrónico

Exemplo: BRANDÃO, Gildo Marçal. “Linhagens do Pensamento Político Brasileiro”. DADOS [online]. 2005, vol. 48, nº 1 [dia-mês-ano da consulta], pp. 231-269. Disponível na Internet: <http://www.scielo.br/dados>. ISSN 0011-5258 [páginas e ISSN facultativos].

7. Com a publicação do artigo ou recensão, o autor receberá cinco exemplares da revista.

8. Os trabalhos devem ser enviados, em extensão “.doc”, à:

Editoria de TRAVESSIAS

Iuperj

Rua da Matriz, 82 — Botafogo

22260-100 — Rio de Janeiro — RJ

Brasil

E-mail: travessias@iuperj.br ou rlessa@iuperj.br

 

Conselho Editorial para os números 8 e 9

Renato Lessa (Iuperj/UCAM e Universidade Federal Fluminense) – Editor Executivo

Cesar Barreiro (Universidade Federal do Ceará)

Francisco Carlos Martinho (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

Peter Fry (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

Sebastião Carlos Velasco e Cruz (Universidade Estadual de Campinas)

Sérgio Miceli (Universidade de São Paulo)

A coerência de Rousseau

A coerência de Rousseau
30/9/2008

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – No início da década de 1970, o filósofo Bento Prado Jr. (1937-2007) escreveu um longo ensaio no qual propunha uma interpretação original sobre a obra do pensador suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778). O texto, que permaneceu inédito por mais de três décadas, chega agora ao público com o lançamento de A retórica de Rousseau e outros ensaios.

O livro resgata o texto inédito e outros oito publicados anteriormente em revistas acadêmicas. O lançamento será nesta terça-feira (30/9), às 19 horas, em São Paulo. O evento incluirá uma mesa-redonda com Franklin de Mattos, organizador do livro, Paulo Arantes e Ruy Fausto, todos professores do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com Mattos, a importância da obra reside em identificar, em uma análise notavelmente original, uma unidade na obra do filósofo suíço. “Para Bento Prado, a unidade do pensamento de Rousseau é dada pela teoria da linguagem, que foi exposta em seu texto sobre a origem das línguas. Esse texto, que não foi publicado em vida pelo suíço, é até hoje visto pela maioria dos comentadores como uma obra menor”, disse Mattos à Agência FAPESP.

Bento Prado Jr. mostra, segundo Mattos, que todo o pensamento de Rousseau é unificado por sua concepção retórica da linguagem. Ela permite compreender a coerência do filósofo europeu como autor de uma teoria política, escritor de teatro, romancista.

“Em sua concepção retórica da linguagem, Rousseau defende que a língua não existe para que possamos comunicar nossas idéias. Ela foi inventada para que possamos comover o outro”, disse Mattos.

Para Bento Prado Jr., a subjetividade se distingue, em Rousseau, pela expressão do sentimento. Para uma das principais figuras do Iluminismo, a comunicação verdadeira entre os sujeitos só se daria pela fala inspirada por sentimentos desinteressados, e não quando regida pela necessidade material, passível de cálculo.

“Enquanto os filósofos da época achavam que a linguagem expressava nossas necessidades físicas, ele dizia que ela expressava nossas paixões. Essa concepção retórica da linguagem, no fundo, é uma concepção política da linguagem, porque implica o outro”, afirmou.

Segundo Mattos, Bento Prado Jr. descobre no pensador suíço uma estratégia retórica que pressupõe a linguagem como parte de uma situação concreta na qual existe um reconhecimento mútuo entre aquele que fala e aqueles para quem se fala.

A comunicação intersubjetiva, segundo a interpretação de Bento Prado Jr., encontra um campo privilegiado na escrita literária. Por isso os escritos de Rousseau teriam transitado por diversos gêneros: a autobiografia filosófica em Confissões, a teoria política em Do contrato social, o ensaio pedagógico romanceado em Emílio ou o romance em A Nova Heloísa.

Para Mattos, o livro também tem o mérito de incluir, de forma subjacente, uma reflexão sobre a época em que foi escrito. “Um aspecto interessante é que ele consegue harmonizar dois paradigmas excludentes da década de 1960: lingüística e política. Ao abordar esses dois temas, colocando-os de certa forma em um mesmo plano, Bento Prado Jr. remete à década de 1960 naquilo que ela teve de mais duradouro”, destacou.

Impacto internacional

Segundo Mattos, o texto inédito se tornou uma espécie de lenda entre amigos e seguidores de Bento Prado Jr. O autor manifestou em várias ocasiões o desejo de publicá-lo. “Não sei dizer por que ele nunca foi impresso, sendo tão importante e original. Conversamos a respeito um pouco antes de sua morte e ele manifestou o desejo de publicar”, afirmou.

Mattos discorda que Bento Prado Jr. não dava importância à publicação de livros. “Alguns acham que ele era um tipo socrático, que privilegiava as formas de comunicação oral em detrimento da escrita. Isso é uma grande bobagem. A quantidade de textos que publicou é imensa”, afirmou.

O organizador do novo livro ressalta que o ensaio A retórica de Rousseau, escrito originalmente em francês, tem potencial para atravessar fronteiras. Os textos de Bento Prado Jr. sobre a filosofia de Henri Bergson (1859-1941), segundo ele, foram traduzidos para o francês em 2002 e se tornaram referência para os estudiosos de Bergson na Europa.

“A obra sobre Bergson também demorou cerca de 20 anos para ser publicada e se tornou referência internacional. Sem dúvida o livro sobre Rousseau poderá seguir o mesmo caminho. Na orelha, o presidente da Sociedade Rousseau de Genebra, Alain Grosrichard, já indica isso ao enaltecer a grande originalidade da interpretação de Bento Prado Jr.”, afirmou.

Para Mattos, o livro dá uma amostra da lacuna deixada na filosofia brasileira pela morte do autor, em 2007. Bento Prado Jr. participou nas bancas de doutorado, titularidade e livre-docência de Mattos na USP.

“Infelizmente não tive a oportunidade de ser aluno dele, pois quando entrei na faculdade, em 1969, ele foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional 5 e se exilou até 1974. Era um homem finíssimo, dono de um grande e irônico senso de humor. Faz muita falta para nós e para a filosofia”, disse.

The Philosophical Form of Scepticism in Politics

Montaigne’s and Bayle’s Variations: The Philosophical Form of Scepticism in Politics
Renato Lessa

It is impossible to exaggerate the importance of Richard Popkin in any reassessment of the role of scepticism in the configuration of modern philosophy. The fecundity of Popkin’s enterprise may be detected in the vast proliferation of questions that he has prompted. In fact, when re-established as a major philosophy, queries about scepticism may arise that are conventionally applied to philosophical traditions whose relevance has always been acknowledged as undisputed. A far from exhaustive listing might well include queries about the morality of scepticism, its anthropology, its attitude towards science, the possibilities of a sceptical aesthetics and, for the purposes of these reflections, its modes of perceiving politics and social life.
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Introdução ao pensamento estético

A quoi sert la répresentation? ou les formes de la distinction

A quoi sert la répresentation? ou les formes de la distinction
Renato Lessa

Une voix courante entre les politologues d’orientation institutionnaliste assure la santé et, pourquoi ne pas le dire, la vertu des mécanismes institutionnels qui configurent la démocratie au Brésil. La régularité électorale, la consolidation d’un système pluriel de partis politiques, fragmentaire mais fonctionnel, une logique législatif possédant de la rationalité en dépit de sa phénoménologie parfois bizarre et douteuse, et une corrélation puissante entre la compétitivité politique-électorale et l’acceptation universelle des règles du jeu, toutes ces dimensions, dans un mot, définiraient un ensemble d’évidences à propos de la consolidation, de la normalité et du plein fonctionnement des institutions politiques du pays.

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ceticismo e psicanálise

O ceticismo é uma filosofia das afinidades eletivas. Toda filosofia possui um núcleo cético, muito embora nem todas as filosofias sejam céticas. Mas ainda não foi pensada uma psicanálise cética. A psicanálise possui uma série de argumentos céticos, mas ainda não foi pensada, de modo sistemático, como podendo ser orientada para o ceticismo filosófico. Este ano o III Encontro Nacional de Pesquisadores em Filosofia e Psicanálise contará com a tentativa de pesquisadores do L(E)H em mostrar as fundações de elementos para se pensar a psicanálise desde o ceticismo. Levar a psicanálise para a política parece ser o caminho para essa questão.

A chamada de trabalhos:

III Encontro Nacional de Pesquisadores em Filosofia e Psicanálise

“Psicanálise e Sociedade”

Universidade Federal Fluminense - Universidade Federal do Rio de Janeiro

24 a 27 de novembro de 2008

Chamada para apresentação de papers

O Encontro Nacional de Pesquisadores em Filosofia e Psicanálise é um evento bienal. Este III Encontro, que acontecerá no Rio de Janeiro, na UFF e na UFRJ, será organizado pelo Departamento de Filosofia da UFF, pelo PPG em Teoria Psicanalítica da UFRJ, pelo PPG em Filosofia da USP, pelo PPG em Filosofia da UFSCar, pelo PPG em Psicologia da PUC-Unicamp, pelo Núcleo de Psicanálise, Discurso e Laço Social (UFF) e pelo Laboratório de Pesquisas em Teoria Social, Filosofia e Psicanálise (USP). O evento conta ainda com o apoio do GT “Filosofia e Psicanálise” vinculado à ANPOF.

O III Encontro Nacional de Pesquisadores em Filosofia e Psicanálise terá mesas destinadas à apresentação de papers de professores, bem como de mestrandos e doutorandos que pesquisam na área. Tais papers devem dizer respeito a temas claramente inseridos no campo de reflexões que cobre o recurso filosófico à psicanálise. Cada apresentador terá 20 minutos de exposição mais 10 minutos de debate. Os interessados devem enviar um resumo de, no máximo, 2000 toques até o dia 15 de outubro de 2008 para analise@uff.vm.br . A lista dos papers aprovados será divulgada no dia 31 de outubro de 2008. O tema geral do Encontro este ano será “Psicanálise e Sociedade”.

Conferencistas confirmados:

Eran Dorfman (Israel)

Christian Hoffman (França)

Edgardo Gutiérrez (Argentina)

Anna Carolina Lo Bianco (UFRJ)

Antônio Teixeira (UFMG)

Claudia Murta (UFES)

Cláudio Oliveira (UFF)

Christian Dunker (USP)

Ernani Chaves (UFPA)

Fernanda Costa-Moura (UFRJ)

Francisco Bocca (PUC-PR)

Francisco Leonel Fernandes (UFF)

Gilson Iannini (UFOP)

Isabel Fortes (UFRJ)

Isleide Arruda Fontenelle (FGV-SP)

Joel Birman (UFRJ)

José Francisco Miguel Henriques Bairrão (USP-RP)

Leopoldo Fulgencio (PUC-Campinas)

Marcos José Müller-Granzotto (UFSC)

Paulo Vidal (UFF)

Regina Herzog (UFRJ)

Ricardo de Sá (UFF)

Richard Theisen Simanke (UFSCar)

Tania Rivera (UnB)

Vincenzo di Matteo (UFPE)

Vladimir Safatle (USP)

Walter Evangelista (UFMG)

Zeljko Loparic (Unicamp)

Comissão Organizadora:

Cláudio Oliveira (UFF) Richard Theisen Simanke (UFSCAR)

Joel Birman (UFRJ) Leopoldo Fulgencio (PUC-Campinas)

Vladimir Safatle (USP)

A filosofia da linguagem de Rousseau: Bento Prado Jr.

Não aparecem livros inéditos com muita facilidade. Ainda mais um inédito do saudoso Bento Prado Jr. Este não é qualquer inédito. É um inédito de Bento Prado Jr. Um inédito com uma tese bastante subversiva. A filosofia da linguagem de Rousseau como ponto central de sua filosofia política. O livro, cuja timidez de Bento Prado não permitiu publicar em vida, tem como título A Retórica de Rousseau e Outros ensaios. Porque sabemos há muito: diga a sua linguagem, que lhe direi a sua justiça.

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