O ceticismo tem uma história e faz uma história, uma história constituída por representações, idéias, e uma história produzida por representações, idéias. Não se pode dizer que o Eu cético seja excessivo, antes de tudo, o Eu do ceticismo é diaphônico. Este pequeno ensaio de Terry Eagleton, publicado domingo 7, no caderno Mais, da folha [...]